sábado, 30 de abril de 2011

SSMS (48)

Amiga, saudosa amiga, q de vistosa ñ posso mais confirmar. Agradar até tento mas soh resulto lamento. Um bom-dia lhe desejo, um bjo ti mando p/ quedar o pranto.

SSMS (47)

Posso num ce um principado, mai tu bem q pudias se desnivelar numa princesa e soltar o SIM reagente. Dar uma voltinha noturna ñ é risco de se borralheificar!...

quinta-feira, 28 de abril de 2011

SSMS (46)

Verão passou e eu nem ti vi, outono presente  e vc ainda ausente. Acho mais fácil avistar um bem-ti-vi do q ver vc aki. Próximo inverno será eterno, e mais frio.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Intertextualidade


Bem, a princípio, quando bolei este blog, queria apenas publicar textos, nada de imagens ou vídeos. Tinha em mente um espaço onde as palavras, somente elas, teriam vez, pois, como tenho mais facilidade em lidar com elas, apenas com elas eu apresentaria minhas ideias. Entretanto, percebi que um blog só de textos pode ser monótono. As pessoas que navegam cá pela Internet, carecem, desejam, querem ver imagens, querem ver vídeos. Sendo assim, vou começar, a partir de agora, a publicar outros tipos de manifestações estéticas cá no meu querido blog. Bem sei que muitos por aí fazem isso, e há muito tempo! Eu queria ser diferente, admito. Eu planejava ser mais tradicional mesmo, confesso. Mas, tenho que diversificar; tornar este espaço mais e mais dinâmico, apresentável, agradável. Então, começo esta nova fase publicando a imagem acima. Eu, descaradamente, a copiei/roubei do blog Olhar Sobre o Mundo, no dia vinte de março as quinze e cinquenta e seis. E a exponho aqui porque a achei mui parecida com os tais Móbiles que eu ando publicando ultimamente. As aves formam aquilo que eu fiz com as palavras. Bem, achei que valia a pena dividir essa imagem com você, caro leitor esporádico. Aguarde por mais coisas assim. Abraço!!

domingo, 10 de abril de 2011

SSMS (45)

Mulher difícil se esconde bem escondido. Ñ bate as asinhas por aí, ñ. Prefere a toca, um calabouço. Solução: cutucá-la, arrancá-la à força do buraco. Saia daí!!

SSMS (44)

Ah, é fato, ñ ti verei mais. Teu estado civil impossibilita tal façanha. Tomara q, qndo estiveres lá no altar, eu esteja próximo, apenas ti admirando. Amizade.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Móbiles: Safra (5)

comprador
comprador
comprador
comprador
comprador
comprador
comprador
comprador
comprador
comprador


...


alternativa
alternativa
alternativa
alternativa
alternativa
alternativa
alternativa


...


diálogo
diálogo
diálogo
diálogo
diálogo
do
dia

...


saída
sai
saídaí
sda
saí
saida

...


compromisso
compromisso
compromisso
compromisso
compromisso
compromisso
compromisso
compromisso
compromisso


...


orientação
orientação
orientação
orientação
orientação
orientacão


...


brincadeira
brincadeira
brincadeira
brincadeira
brincadeira
brincadêira


...


universo
universo
universo
universo
univer
universo
universo
universo


...


fomentar
fomentar
fomentar
fomentar
fomentar
fomentar


...


lubrificante
lubrificante
lubrificante
lubrificante
lubrificante
lubrificante
lubrificante
lubrificante

domingo, 3 de abril de 2011

Indícios de insanidade

- Não, não. Este outono é diferente. Não vejo apenas as folhas secas caindo e atapetando o chão de concreto; vejo outras coisas, coisas metafísicas. O cansaço estagnado me provoca alucinações; a dias não durmo um sono justo. Acordar todo dia exausto virou rotina. E no caminho de casa ao trabalho, eu não tenho mais certeza se, o que eu vejo pelo caminho, é real ou irreal. Vejo e ouço coisas familiares, coisas de minha rotina, porém, sei - ou sinto - que são coisas estranhas, coisas que não deveriam estar ali; não naquela hora e lugar. Parece até que é outra realidade. É igual e diferente ao mesmo tempo, sabe? Bem, é estranho, sinto-me estranho. Memória e imaginação se misturam... O que vejo cair diante dos meus olhos, não sei bem se vivi realmente ou se inventei naturalmente – que é algo que eu gostaria de ter vivido. Sonhos, desejos e decepções se cruzam... Estarei vendo o futuro?! Ou é uma projeção dum futuro possível que eu almejo experimentar?? Não sei bem... Tem coisas que me agradam ver e outras não. Aliás, essas outras coisas que vejo e não me agradam são abundantes; tipo assim, cada vez mais frequentes, entendes? Por isso sinto cá este mal-estar. Estou mal. Mesmo com os olhos fechados, bem fechados, continuo vendo coisas... E se isso tudo que eu vejo for real mesmo? Essa possibilidade muda tudo! Não tinha pensando nisso ainda. Talvez eu não esteja tão insano assim. Estou apenas incomodado demais com o presente que se apresenta. O presente se demonstra tão assustador, tão hostil ultimamente. A realidade frenética tá me deixando doido!!

sábado, 2 de abril de 2011

O cafajeste finalmente se revela

- Que estória é essa agora, minha fia? Por que andas toda serelepe atrás de mim, hein? Não me venhas com convites pra sair. Não tô mais afim. Você teve o seu tempo; gozou tudo o que pode, tudo o que quis, mas agora acabou. Aceite isso, sim? Até tive bons momentos contigo. Sério. Diverti-me horrores com você. Mas, já disse, não tô mais afim dum compromisso sério ou duma aventura esporádica. Pensando bem, talvez ti procure pra suprir minhas necessidades físicas. Tu sabes bem, tenho libido elevada. Precisando duma boa trepada – coisa essa que acontece com frequência -, ti dou um toque. E não me venhas com essas lágrimas quentes pra cima de mim, não, paixão! Você me trocou por outro cara. Um filho-da-puta mais velho. Um da tua idade. Se você acha que as coisas voltarão ao normal, tá muito enganada. As coisas não serão mais como dantes. Você fez sua escolha, e eu, finalmente, fiz a minha. Vai ser assim agora: precisando, eu te ligo. Então, aguarde possível contato. E tu não me venhas saudar quando eu estiver online no MSN. Sempre quando entro, você tá lá e puxa papo instantaneamente. Dá um tempo! Desgarra. Quando eu necessitar desse seu corpinho rechonchudo, entro em contato. Já disse. Por que essa insana perseguição? Arrependimento? Não tem opção melhor, não? Fala sério! O seu tempo passou. Perdeu, garota. Correr atrás agora é perda de tempo. Ah, e lembre-se: você é casada, pô!