quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Anotações de um bebum introvertido (1)


O verdadeiro charme da Augusta é beber uma breja gelada na calçada de um bar.





Acho que quando uma mulher solta os cabelos, acaba soltando outras coisas...





Não adianta, eu não consigo, eu babo toda vez que vejo uma mulher de vestido!





Ela que está com o celular na mão, disfarça muito bem a sua solidão.





Ela me ronda feito uma leoa no cio. Ela tá querendo algo de mim. Ela tá com fome. Ela tá de renda, prontinha pra me fuder. Se eu vacilar agora, já era, não terei uma segunda vez. Minha mulher está de olho na minha timidez.





Estes que sobem e descem a minha cara Augusta estão com seus rostos e caras cada vez mais redondos e cada vez mais quadradas. Não sei bem o que são, ou o que representam, mas não gosto do que me apresentam. As faces descoladas não encontram serventia, empatia. A apatia domina, é carnificina eminente.





A periguete oriental não chupa logo o meu pau.  É chique demais pra tamanha extravagancia. Mas a hippie nipônica - do cabelo roxo - sabe mui bem como não manter o decoro, num banheiro coletivo ou num pardieiro hospitaleiro. Ah! Pra que um puteiro, se eu te tenho junto ao meu rego.





Um boquete num banheiro misto só não é bom quando o boquete não foi feito naquele que viu tal sucção.  Nem sempre um voyeur se satisfaz. Quem chupa o dedo é satanás!