terça-feira, 12 de novembro de 2013

A confissão do tarado mal compreendido

Confesso que olho a Mulher alheia,
Admito que noto os corpos Femininos,
Não nego minha tara pelo Sexo oposto,
Sou sim um puta de um guloso!
Não consigo evitar,
Já faz parte de mim
Essa vontade louca de fornicar assim!
Podem me prender,
Podem me julgar,
Podem até me condenar,
Mas não reprimo o que sou!
Não tenho vergonha desta vontade latente,
Não escondo de ninguém o meu desejo indecente,
Sou assim, vocês que me aguentem!
Não sou promíscuo, vulgar,
Eu apenas quero agradar
A todas às Mulheres que passam
E me apetece ver!
Não penso só em foder com Todas,
Penso no prazer qu’eu posso oferecer,
Penso na felicidade Delas ao me receber.
Quero mesmo agradá-Las do que me satisfazer.
Toda Mulher é uma Deusa,
E eu, como servo,
Tenho a obrigação de fazer as minhas oferendas!
Que Elas tenham piedade de mim
E que o Sexo seja louvado!!
Amém.