segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Patologia do crime sem castigo



À Érica, essa minha querida amiga psicopata



Você me faz bem
Mesmo me fazendo mal.
Você quer o meu mal
Quando lhe faço bem.

Você quer o meu melhor,
Mas deseja o meu pior.
Você, pra mim, é a melhor!
Quanto a mim, pra ti, sou o menos pior...

E nesse jogo de avessos
Cheio de versos livres,
Apreço e chamegos,

A gente joga o jogo genuíno
Dos que se pegam feito doidos
Sem dar bola pra que vão dizer disso.