terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Um poema (triste) de amor

Às vezes, quase sempre,
me pego sorridente...

Você
me vem a mente
assim
de repente.

E eu fico recordando
de você,
quase aos prantos,
me dizendo
que não estamos mais dando...

Aí, não tem jeito,
choro mesmo –
eu também não me aguento.

Mas nessas vezes,
quase sempre,
que mesmo não te vendo mais,
basta eu fechar bem os olhos e
você tá lá
me dando colo –
toda sorridente.