sábado, 28 de fevereiro de 2015

Correndo atrás do sonho

Acordei às sete. Levantei às sete e vinte e sete. Tomei café às oito. Saí às oito e vinte. Cheguei atrasado antes das dez – meu horário é às nove e meia. Trabalhei até às catorze. Repousei das catorze às quinze. Voltei a trabalhar a partir das quinze e fui, direto e sem intervalo, até às dezenove. Deixei o trampo às dezenove e trinta. Cheguei em casa quase às vinte e uma. Jantei às vinte e uma e trinta e sete. Fui dormir antes da meia noite. Mas e o sonho? Ele continua transparente e muito além à minha frente.