sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Caminhos opostos, cruzados ao acaso, desatam em pequenas flâmulas

Ele vivia em um mundo de irresponsabilidades. Ele tomava uma quase todos os dias da semana. Ele não dava fôlego pro fígado e nem pra família. Ele preferia curtir a vida. Ele pegava todas pra se dar bem na fita. Ele só fazia aquilo que se sentia bem; só fazia o que tinha de fazer se visse vantagem no processo todo – ele não queria viver uma vida de estorvos. Mas então, num belo dia, conheceu aí uma guria. Essa passava todo dia em frente à sua casa; passar por ali era o seu caminho de todo o santo-dia a seu serviço. Papo rolou, saíram, moraram juntos e tiveram dois filhos. Ele enfim se sossegou e ela, bem, ela mudou de rumo.