terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Venha ver vestidos veraneios

“Como eu gosto do verão, faz calor é muito bom!”. Aprendi essa frase cantarolada com um colega de trabalho e, cara, eu a entoo toda vez que vejo uma guria linda caminhando pela rua. Mas não a canto assim, só porque a menina é bonita, não, eu a expresso quando vejo o que a garota está exibindo, quando vejo tons de pele, partes do corpo que, em outras estações, costumam ficar escondidas, entende? Adoro saias, tops, regatinhas, bermudinhas, blusinhas, tomara-que-caias, shortinhos e, principalmente, tenho mó tara, por mulheres vestidas de vestido! Rapaz, digo-te, é uma tentação, um vislumbre. Sempre achei que as mulheres ficam mais femininas de vestido. Não sei bem desde quando exatamente carrego essa ideia fixa, mas que eu acho, eu ainda acho. Desculpe-me aí as mulheres que não usam - conheço umas que não vestiriam um vestido nem de noiva! -, mas, convenhamos, o vestido é feito pra ser apreciado, exposto no corpo curvilíneo feminino. E cá na Rua Augusta, vejo uns desfiles bem mais interessantes do que aqueles do Fashion Week. É cada deusa, é cada pitéu, é cada brotinho (?!), é cada mina mais vistosa, mais engraçadinha, mais provocante e mais tentadora que a outra! Ai, ai... Fico até sem folego! Meus olhos se rendem, ficam fixados nessas fêmeas de vestidos ousados, coloridos e que marcam! Aliás, não conheço o tecido, sou leigo quanto a isso, mas tem um aí que marca tão bem o corpo sinuoso... Em um dá até pra ver o relevo da calcinha! Êxtase! Frenesi! Tesão! Mas têm outros que não. Decepção. Ah, claro, não posso me esquecer de comentar outra coisa que me agrada, que só o vestido vestido pode me proporcionar: o colo. Ele, o vestido, possibilita uma visão generosa e privilegiada dos seios. Se reparares bem, meu caro, você verá até umas gotículas de suor entre eles. Sem dúvida, algo pra enlouquecer de vez qualquer doido aí solto. E têm as pernas, né? Dá pra ver cada pernão. É cada pernoca tostada, ou branquinha, que dá pra ver por aí. Entre a Antônio Carlos e a Matias Aires vejo muito! E têm mais. Os braços! Curto apreciar os braços femininos em exposição. Ultimamente vejo uns muito bem torneados, com um traçado bem delineado, sabe? As mulheres andam puxando ferro. Há muitas academias cá por perto. Mas ainda vislumbro braços mais macios, mais delicados, menos sarados. Se desceres mais os olhos, tu verás pés delicadíssimos, pintadíssimos protegidos apenas na planta por plásticos emborrachados. É um mimo a cada passo! Bem, as tatuagens que vejo por aqui dariam um texto à parte. Cá na Augusta há muitas mulheres tatuadas. E esses benditos desenhos na pele estão cada vez mais ousados, mais atrevidinhos. Curto, piro quando avisto metade deles abaixo do umbiguinho feminino, ou próximo ao bumbum e se estendendo até onde minha fértil imaginação ousa ir. O verão é realmente admirável!