quarta-feira, 12 de abril de 2017

A DELAÇÃO DO FIM DO MUNDO

“Agora vai!”, dizem
Contudo, não é pra tanto
Nesta terra de ninguém,
Os “eleitos”, mesmo suspeitos,
São mantidos em banho-maria
Com o intuito vil
De assegurar a ganância parlamentar
Esperança é para os fracos
Os fortes quebram tudo
Pois nada querem que sobre
Dessa vergonha nacional disforme
Delator é herói
Mesmo sendo cu de bode no calote
Só mesmo os muitos inocentes
Vêem refrigério no meio desse inferno
A coisa tá mais que preta
Aqui, no fim do mundo,
O fim dos tempos
Já foi anunciado
Desde quando àquele portuga
Gritou em alto e bom fado
“Terra à vista!”
De lá pra cá
Só deu merda