Há muito concebi uma
história. Foi em 2015 que a criei e, de lá para cá, mostrei-a a alguns amigos a
fim de ver com eles o que eles achavam dessa história. Ponderei as opiniões e
sugestões e deixei de molho essa história — não queria eu bancar o afoito. Recentemente,
pensei em publicá-la no Wattpad, mas
vi que ela, essa minha história, talvez não se desenvolvesse bem por lá (eh, eu
ainda acredito no meu querido blog). Aquele lugar é para jovens! E eu sou
velho... Pois bem, essa minha história é um folhetim.
Desde o princípio, quis eu fazer capítulos pequenos, bem curtos mesmo, e, de
propósito, deixar um gancho no final de cada um. Folhetim é isso, certo? Também
eu quis abordar esse nosso imaginário coletivo, esse tal nosso inconsciente
coletivo. Na história, há muitas referências culturais distintas. Fiz isso por
achar que isso tornaria a história interessante, mais plural, entende? E,
claro, essa história é meio ficção-científica,
meio pós-apocalíptica e fantástica demais. Afinal, lá em 2015,
essas temáticas estavam ganhando público e gosto, como acabou se vingando hoje
em dia. Enfim, fiz uma história curta um pouco longa pra entreter, pra instigar
e se perder. Quem a ler, verá que ela não é sempre linear e nem auto-explicativa.
Ela é um quebra-cabeça. Minha ideia era que o próprio leitor montasse essa
minha tal história. Pus nela os elementos essências para isso e, claro, pouca
coisa lá é es-ten-di-da — em todo o enredo, sugeri mais do que exemplifiquei. A
ideia, outra ideia, era instigar, incomodar o leitor. Fiz tudo isso numa pegada
retrô: classificar essa minha história de folhetim já denota isso e as palavras
lá postas comprovarão essa minha classificação. Disse que ela é um folhetim,
mas ela é também uma saga, uma novela, essa minha história. Seu mote me
veio gravado numa porta automática de trem, do Expresso Leste. Vi lá riscado o título e criei toda uma história em
cima dele. Quanto às imagens colocadas antes de cada capítulo, ponho aqui,
desde já, uma ressalva: na caça desenfreada que fiz em busca delas pela net,
acabei não pegando a procedência das mesmas. Desculpai-me, sim? Mês que vem,
então, começa as postagens (toda terça, quinta e sábado). Espero que gostem! :)
quarta-feira, 28 de agosto de 2019
terça-feira, 27 de agosto de 2019
TEMPOS MODERNOS
sexta-feira, 16 de agosto de 2019
PESTE, GUERRA, FOME E MORTE
![]() |
Foto: Horses, de Jose Antonio Zamora, National Geographic Travel Photo Contest 2019 |
O apocalipse se aproxima
A galopes de pradaria.
Quem os ouve, pensa ladainha
E assim cairá logo da
colina.
Enfim o mundo acabará.
Só a Morte, só ela,
reinará;
Sobre os ossos de milhões,
É ela a rainha das nações.
A cada segundo, isso é
mais certo,
Não dá pra fugir, nem se
esconder;
A fim do mundo é real,
Basta ler aí qualquer
jornal.
Contudo, há luz no fim do
túnel.
Seu brilho é fraco, mas
está lá;
É a Esperança só saudade,
Esperando a evolução da
humanidade.
quarta-feira, 14 de agosto de 2019
O QUE É NÃO É MAIS QUANDO FAZ
sexta-feira, 9 de agosto de 2019
OLHOS TENROS
quinta-feira, 8 de agosto de 2019
O SUICIDA, ANTES DA QUEDA
quarta-feira, 7 de agosto de 2019
ASSÉDIO MORAL
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