terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

SSMS (43)

Começou a facul e vc me abandonou. Antes sempre sorridente, agora nem mais me atende. Chutado. Passado. O q aconteceu? Ñ sei. Será eu? Ñ acredito! Sem crédito.

Venha ver vestidos veraneios

“Como eu gosto do verão, faz calor é muito bom!”. Aprendi essa frase cantarolada com um colega de trabalho e, cara, eu a entoo toda vez que vejo uma guria linda caminhando pela rua. Mas não a canto assim, só porque a menina é bonita, não, eu a expresso quando vejo o que a garota está exibindo, quando vejo tons de pele, partes do corpo que, em outras estações, costumam ficar escondidas, entende? Adoro saias, tops, regatinhas, bermudinhas, blusinhas, tomara-que-caias, shortinhos e, principalmente, tenho mó tara, por mulheres vestidas de vestido! Rapaz, digo-te, é uma tentação, um vislumbre. Sempre achei que as mulheres ficam mais femininas de vestido. Não sei bem desde quando exatamente carrego essa ideia fixa, mas que eu acho, eu ainda acho. Desculpe-me aí as mulheres que não usam - conheço umas que não vestiriam um vestido nem de noiva! -, mas, convenhamos, o vestido é feito pra ser apreciado, exposto no corpo curvilíneo feminino. E cá na Rua Augusta, vejo uns desfiles bem mais interessantes do que aqueles do Fashion Week. É cada deusa, é cada pitéu, é cada brotinho (?!), é cada mina mais vistosa, mais engraçadinha, mais provocante e mais tentadora que a outra! Ai, ai... Fico até sem folego! Meus olhos se rendem, ficam fixados nessas fêmeas de vestidos ousados, coloridos e que marcam! Aliás, não conheço o tecido, sou leigo quanto a isso, mas tem um aí que marca tão bem o corpo sinuoso... Em um dá até pra ver o relevo da calcinha! Êxtase! Frenesi! Tesão! Mas têm outros que não. Decepção. Ah, claro, não posso me esquecer de comentar outra coisa que me agrada, que só o vestido vestido pode me proporcionar: o colo. Ele, o vestido, possibilita uma visão generosa e privilegiada dos seios. Se reparares bem, meu caro, você verá até umas gotículas de suor entre eles. Sem dúvida, algo pra enlouquecer de vez qualquer doido aí solto. E têm as pernas, né? Dá pra ver cada pernão. É cada pernoca tostada, ou branquinha, que dá pra ver por aí. Entre a Antônio Carlos e a Matias Aires vejo muito! E têm mais. Os braços! Curto apreciar os braços femininos em exposição. Ultimamente vejo uns muito bem torneados, com um traçado bem delineado, sabe? As mulheres andam puxando ferro. Há muitas academias cá por perto. Mas ainda vislumbro braços mais macios, mais delicados, menos sarados. Se desceres mais os olhos, tu verás pés delicadíssimos, pintadíssimos protegidos apenas na planta por plásticos emborrachados. É um mimo a cada passo! Bem, as tatuagens que vejo por aqui dariam um texto à parte. Cá na Augusta há muitas mulheres tatuadas. E esses benditos desenhos na pele estão cada vez mais ousados, mais atrevidinhos. Curto, piro quando avisto metade deles abaixo do umbiguinho feminino, ou próximo ao bumbum e se estendendo até onde minha fértil imaginação ousa ir. O verão é realmente admirável!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Relacionamento Profissional ou o RH Hoje

Por que será que ele reage de um jeito comigo e de outro com o patrão? Tudo bem, aqui não dou ordens, mas colaboro, sou parceiro, eu o ajudo e ele me ajuda. Aqui há um sistema colaborativo. Ele é o responsável, sou o seu auxiliar, e também o responsável, de certa forma, né não? Pois então, quando digo algo é algo certo, de confiança e de sinceridade. Não estou de sacanagem. Defendo meu ponto de vista quando estou certo, mas também admito meus erros. Por que ele não? Só porque está numa posição acima? Quando é o patrão que duvida dele, ele até aceita, até admite, a contragosto, seu erro; guarda para si sua raiva, e engole seco, mas quando é comigo não. Levanta até o tom de voz... Pra quê? Só pra deixar claro aqui quem é que manda? Talvez. Mas isso é desnecessário. Não quero aqui, neste ambiente profissional, colidir grandes egos até que os portadores deles implodam. Por que é tão difícil aceitar outra opinião? E por que sempre desprezá-la, menosprezá-la?? Só porque sou novo? Absurdo! Ele está com receio de que eu pegue seu emprego? De que eu faça o seu trabalho? Hoje, eu já o faço, mas, também, faço aqueles servicinhos chatos, que ele não quer fazer. Isso é justo? É ético? É correto? Não! Claro que não. Por que não há colaboração sincera aqui? Motivação?! Será que não vê que a empresa é nossa também? Podemos não ser os donos judiciais, dos quais ele tem medo, mas somos a empresa, nós a representamos, ora bolas. Minha opinião vale menos do que a do patrão? Não! Sabe o que isso aí está parecendo? Comodismo. Puro comodismo. É tão difícil assim sair do seu próprio espacinho? Tudo bem que cada um trabalha de um jeito, ele sabe disso, mas sempre se esquece disso nos momentos mais decisivos, nos momentos de grande atividade. Eh, nem todos sabem manter a calma, praticar a bendita serenidade. Mas é só tentar, pô! Que coisa. Parece até que gosta de ver o outro – eu! - sofrer amargamente durante um bocadinho do dia. Isso não é normal, ou humano, é? Sei lá, vai ver é isso mesmo, vai ver é prazer em desprezar. E isso é triste. Se continuar assim, aonde essa empresa vai parar, hein?!?

SSMS (42)



Ah, cadê vc q ñ me respondes? Por quê?! O q fiz ou deixei de fazer?? O q foi?! Ñ sou tão mau assim. Sou? Diga! Ñ agradei? Ti feri? Foi sem qrer. No kiss you too.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Filosofias de estoque

Tudo há de estar certo, confirmado e correto. Momentos de ociosidade e tédio podem surgir, é inevitável, faz parte, mas eles só serão assim se você assim desejar. Cada coisa lá guardada tem um pouco de você, seja suas impressões digitais ou até mesmo um pingo de seu DNA. Não se preocupe com o destino de cada coisa lá guardada, apenas aceite, e se resigne que cada uma lá tem seu próprio destino. A espera pode ser grande, martirizante e empoeirada, mas estando tudo na garantia, a espera deve e tem de ser tranquila, sossegada e limpa. Não se assuste quando uma coisa voltar por causa de defeito, ela só foi maltratada, aceite-a como ela está e recupere-a, cuide bem dela, assim que possível. Novas coisas aparecerão, tu terás que arranjar espaço para elas rapidamente, por isso, sempre tenha um espaço vago ou um plano alternativo. Dimensões paralelas não valem para esses casos. Dispense logo os antigos para depositar os novos. Os novos sempre são bem-vindos. Os antigos sempre rejeitados, na maioria dos casos e acasos. Lembre-se: este espaço é protegido, então se proteja devidamente. Se estiver num espaço desprotegido, proteja-se ainda mais! Ajude sempre, recusá-la é indício de indiferença, de descaso. Cuidado pra não transformar um estoque num depósito, pois em um você recupera tudo, mas no outro nada. Não existe área isolada, sempre há frestas, buracos e claraboias. Diga não à dedetização e a detenção é certa. Cuide-se pra se manter aberto, senão ti fecharão – a interdição ou lacramento indica ruína, desconfiança perene. O responsável é sempre responsável; os anteriores não importam. Quem importa é sempre o mais distante, o seu oposto, aquele que, geralmente, lhe dá ordens. Ou, simplesmente, paga suas contas. Chegue cedo sempre, no horário, nunca chegue atrasado, pois eles, os imprevistos, são horrivelmente pontuais. Etiquete tudo, pois tudo lá é importante; as referências e o breve histórico são obrigatórios. Restrinja o acesso, não deixe qualquer um entrar. Organize não ojerize. Não pense que o segregado é uma forma descarada de preconceito, isso é só um método de proteção, as demais coisas carecem ser salvas, pois sagradas são. E por fim: algumas sentenças acima soaram fascistas, preconceituosas, politicamente incorretas, mas é só impressão, ou uma forma de interpretação, não se apegue demais à ficção. Ambiguidade é relativa.